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ENQUETE DA SEMANA

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“powerpoint é como uma doença”
Manifesto de partido suíço contra o uso exagerado de slides, que custsria 3,5 bi de euros em horas de trabalho perdidos por ano.

a) você faz parte dessa estatística
b) é um tempo ganho com conhecimento (em ppt)
c) é necessário gastar esse tempo (e o $) pra alcançar os resultados
d) tempo é dinheiro

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Publicado por em 13 julho 2011 em Uncategorized

 

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mega consciência ambiental?

três lixeiras diferentes de empresas ou projetos “ambientais” em um mesmo espaço é o que?

a) falta de planejamento na distribuição das lixeiras
b) educação ambiental
c) falta de educação nos parques da cidade
d) uma (ou mais) iniciativas importantes em prol do meio ambiente

LIXEIRAS DE COLETA SELETIVA ESPALHADAS NO PARQUE INDEPENDÊNCIA

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coleta seletiva do parque

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para saber mais:
http://verde.br.msn.com/galeria-de-fotos.aspx?cp-documentid=29157528&page=8

 
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Publicado por em 11 julho 2011 em Uncategorized

 

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Basta acreditar – Irmão Rocha #1

Já estão discutindo o fim da política como nós, brasileiros, conhecemos e praticamos em nosso País. Estamos, de fato, um tanto distantes da erradicação daqueles que tomam decisões e governam em prol dos seus próprios interesses, mas alguns sinais apontam para caminho provavelmente sem volta.

O Ficha Limpa e a Marina Silva são dois desses pontinhos.

Sim, pois o primeiro promete – se o judiciário fizer a sua parte – banir ao esquecimento aqueles que hoje estão nos cargos eletivos usando o próprio sistema para manter-se lá, além de contaminarem esse ambiente com gente da pior espécie e formação.

A Marina Silva representa uma nova forma de ver e agir na situação.

Constituída de uma incrível mescla de valores, como o de fazer da mata meio de vida sustentável (ou seja, para ambos, nós e ela), de consistente vivência política, meio ambiente que a obrigou a reciclar, reusar e defender seus próprios conceitos de cidadã em benefício dos interesses sociais e ambientais, Marina se diferencia das opções que o Brasil tem para o futuro.

Ok, você leitor e muitos outros com quem conversei logo argumentaram que o melhor – e mais seguro – é manter o que está aí ou optar por alguém que mostrou serviço em outras esferas e que conta com o apoio de quem de fato movimenta a roda da grana brasileira – os empresários.

Não estaria nessas candidaturas justamente o que se pretende acabar? Política composta de acordos, negociações, acusações e ações exclusivamente de interesse…político?

Quando convida todas as pequenas e grandes entidades organizadas da sociedade e você, eleitor, a participar como parte importante da tomada de decisões, a Marina Silva não está apenas mostrando que é possível fazer política diferente. Ela desafia todos nós a assumirmos a nossa parte no problema. Ou nos problemas, que são vários: a moralização da política, a necessidade de investimentos em infra e educação, ao engajamento do meio ambiente no desenvolvimento dessa nação, enfim em questões que vão moldar o nosso futuro e o futuro de muita gente. Mas o presente também, pois quando tomarmos nosso papel de cidadão brasileiro, vamos exigir ruas mais acessíveis aos pedestres, transporte digno, estradas e vias asfaltadas…em essência, dignidade. Poderemos cobrar e seremos atendidos!

Basta acreditar. E fazer acontecer!

 
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Publicado por em 14 junho 2010 em Uncategorized

 

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O fim de A Favorita

afavorita

IRMÃO ROCHA #1

Segue aqui, em primeiríssima mão, o final da novela global A Favorita. Conseguimos estas informações com uma fonte dentro da Globo, que sentiu-se ameaçada por este modesto blog após divulgarmos o ultra-secreto telefone da produção do Jô Soares. Lá vai:

Zé Bob: descobre-se que é viado e tem um caso com o editor-chefe e proprietário do jornal O Paulistano – por isso nunca foi mandado embora do jornal, apesar de aparecer na redação quando quer. E, quando aparece, sempre vem alguém atrás dele em meio ao ambiente de trabalho irritando os colegas jornalistas: família, Flora, Donatela etc. Durante a novela toda só fez uma matéria – a tela do seu computador está sempre com o cabeçalho O Paulistano e no máximo um parágrafo de texto. Donatela e Flora ficam putas porque descobrem que ele só catou elas para descobrir informações para sua matéria. No fundo, tinha nojo.

Lara: Se fudeu. Tomou um pé do Cassiano e outro do Halley – veja o porquê abaixo. Foi expulsa de casa pelo vovô Gonçalo porque esse se ligou que a mina era uma puta duma chata, mimada e nunca trabalhou na vida. Deprimida, vendeu o Land Rover, comprou o Gol podre de Zé Bob e cheirou a diferença. Foi morar numa pensão na Praça da República e é zuada constantemente por seu cabelo arrepiado todo sem corte, pois vovô confiscou a chapinha e os gastos no cabelereiro. Vive hoje de vender DVDs pirata nas redondezas do centro da cidade.

Copola: Se fudeu também: casou com a Glória Menezes.

Irene: Outra que se fudeu: casou com o Tarcísio Meira. Há alguns anos seria legal, mas ele está em fim de carreira. Assim como ela.

Dodi: A casa dele caiu, mas se recuperou. Perdeu a mansão, mas vendeu o Mustang e com a grana se mudou para o subúrbio carioca. Lá, matou um cara, pintou o cabelo de loiro, abriu uma empresa de segurança particular e foi eleito O Homem do Ano.

Cassiano: O terceiro representante do núcleo de chatos da novela, ao lado da Lara e Irene, deu um pé na bunda de Lara quando descobriu que ela deu para todos os professores para passar na faculdade, visto que mesmo não trabalhando nunca estudava e quando ia na faculdade, o que era raro, ou se atracava com alguém ou encontrava a Donatela ou a Flora na cantina e ficava horas lá conversando. Hoje canta e toca em festas de batizado.

Diduzinho: Esse se deu bem: ganha a vida como cover do Seu Jorge.

Orlandinho Queiroz: Também se deu bem. Ganha a vida como mascote da torcida do São Paulo Futebol Clube, inclusive representando o time em eventos sociais e esportivos.

Halley: Depois do choque de descobrir que sua verdadeira mãe é Dona Nenê, de A Grande Família, e que portanto ele não pode catar Tuco, seu grande amor, pois seria incesto, recebe a notícia de que foi batizado com o nome de um cometa que nunca apareceu. Revoltado, dá um pé na bunda de Lara e assina contrato com a Record.

Maria do Céu: como o personagem perdeu importância na novela e ela é uma puta de uma chata, tão chata que até o núcleo dos chatos rejeitou sua entrada, não teve um destino na novela. Ignoraram ela e ninguém percebeu, preocupado com o destino dos outros personagens mais legais. Mas foi vista chorando ao ver um CD pirata do O Rappa na banquinha de Lara.

Augusto César: Se deu bem – ganha a vida como cover do Patropi.

Donatela: Se deu bem, depois de tanto sofrer: casou com o Edson Celulari, e ele é 3G. Mas descobre que Faísca e Espoleta foi o Milli Vallini brasileiro e tenta se matar; É salva por um jumento e, por isso, separa-se de 3G e casa-se com Leonardo.

Flora: Se deu bem pacas! Foi desmascarada, mas casou com Romildo, que entrou com um pedido de anulação de todos os julgamentos dela no STF, concedido por Gilmar Mendes. Continuou ricaça e mantém um caso amoroso com Daniel Dantas, seu grande herói.

FIM

tv-globo

ATRAVESSADA IRMÃO ROCHA #2

Não tem jeito. Novela mexe com o brasileiro. Tá na boca do povo. Pode testar: em qualquer lugar do País que esteja, para puxar conversa com as pessoas basta comentar o último capítulo da novela das 8. Pronto: o bate-papo tá encaminhado. Ouso dizer que novela une o brasileiro mais que a política – já que nesse tema todo mundo tem memória curta.

Nem a drástica queda da audiência da novela das 8 – e de todas as outras da Globo – consegue mudar essa compulsão do brasileiro por elas. Até o Irmão Rocha, que no horário nobre provavelmente está navegando nos canais a cabo, se mobilizou para dar em primeira mão o fim da Favorita (quááááááá). Essa é a maior prova do poder desse folhetim televisivo.

E apesar de todos os (alguns válidos) argumentos contra a cultura da novela, ainda assim acredito no seu poder de mobilização e de entretenimento.

Tudo bem, o Marcelo Tas está certo quando diz que um folhetim minuciosamente preparado para ir ao ar – podendo custar milhões de reais o capítulo -, é produção pobre quando comparado com iniciativas mais criativas que mixam realidade e ficção na TV Brasileira.

Mesmo assim, de novo, novela faz parte da nossa cultura e isso não dá pra negar.

Mas como tudo na vida, novela deve ser consumida com parcimônia. Não dá pra viciar e engatar uma na outra.

Tem que ser encarada como uma diversão, uma com a qual nos identificamos. Não posso afirmar com 100% de certeza, mas desconfio que assistir novela é melhor do que ter em nossa programação todos os programas que acabaram por alienar completamente o telespectador americano médio. Construído há três décadas esse processo que teve – e ainda tem – uma diversidade de programas, séries e que tais lançados com o único propósito de criar uma visão deturpada da realidade, fez mais mal à sociedade americana do que faz a novela para a brasileira.

Ah, e voltando ao capítulo final. A única verdade do desfecho dos personagens de A Favorita acima é a de que o Zé Bob é gay. De verdade!

opiniao-no-muro

 
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Publicado por em 11 dezembro 2008 em TV, Uncategorized, Vida Urbana

 

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